O que dizem de nós

Joana Ferreira, Lagos

Olhando para os trilhos destes trinta e um anos de vida, vejo que o acaso, ou “aquilo” que quiserem chamar, faz questão de se pronunciar.
Sou professora, por acaso. Mudei de cidade, por acaso. Engravidei, por acaso. Conheci a Ana, por acaso.

Sem saber o que seria ao certo uma doula, contactei a Ana com a esperança de nos ajudar a receber o nosso primeiro filho. Nessa altura, apenas queria que a gravidez corresse sem grandes percalços, que o parto fosse rápido o suficiente para não me lembrar dele e que tudo estivesse como tinha de estar para receber o nosso príncipe - perfeito!

Logo no nosso primeiro encontro informal percebi o quão diferente era a Ana. As suas palavras, o seu olhar, os seus gestos deixavam transparecer o amor com que vivia a preparação para o nascimento – tanto do bebé como dos pais.

De mãos dadas com a Ana, finalmente percebemos o que realmente fazia sentido e o que naturalmente queríamos: um parto seguro, tranquilo, sem intervenções obstétricas desnecessárias. Na verdade, o acompanhamento da Ana durante a gravidez foi essencial para que pudéssemos viver a gravidez de uma forma bastante saudável e informada.

Com a ajuda da Ana escolhemos o sítio ideal para parir. O sítio que pudesse ser uma extensão da sua orientação, já que a sua ausência física seria certa – tudo porque idealizámos parir no Norte. Ainda hoje lhe agradeço por isso! O dia 20 de janeiro de 2016 alberga em si apenas boas recordações! Apesar da sua ausência, mesmo em trabalho de parto, a Ana foi a voz que acalmou e encorajou (mesmo que no meu subconsciente) e, através do meu companheiro, foi a mão que ajudou e aliviou a dor... Sou eternamente grata à Ana por me ter dado a conhecer a natureza e a naturalidade do parto. Sem o apoio dela não teria vivenciado a chegada do Salvador de forma tão serena e segura das minhas convicções.

Já no pós-parto, o acompanhamento da nossa doula continuou e posso afirmar que foi determinante no sucesso da amamentação. Com todo o seu suporte, amamentei em exclusivo até aos seis meses e por cá continuo a desfolhar este caminho de amamentar – já lá vão nove meses! Com a Ana e com toda a experiência de ser mãe, apenas quero dizer a quem está grávida, ou até mesmo a quem tem os seus filhos nos braços: “Ama e faz como entenderes!”. Um bem-haja, Ana!

Joana Fernandes, Sagres

Socorri-me da Ana num momento de alguma aflição. Sou mae de primeira viagem e tinha, teoricamente, feito preparação para a chegada do meu bebé! Mas, honestamente, nunca estamos preparadas. A perspectiva da Ana trouxe para o meu dia-a-dia da amamentação a experiência de que este processo é um ato natural, e que demasiada razão, regras e métodos só atrapalham. A experiência da Ana Custódio veio provar-me isso mesmo. E sou-lhe grata por isso. Muito obrigada!

 

Lígia Calado, Lagos

Sou mãe de duas meninas, uma com três anos e outra com um mês. Conheci a Ana durante a minha primeira gravidez, através de uma amiga em comum. Ela foi essencial para acalmar todos os meus receios e ansiedades, que uma primeira gravidez traz. Apesar de ter aulas de preparação para o parto no centro de saúde, sempre tive dúvidas que não podiam esperar pela próxima sessão, e tinha a Ana sempre disponível para me esclarecer e acalmar.

Quando a minha primeira filha nasceu esteve sempre disposta a me ajudar com a amamentação, cólicas, descanso... Até a melhor maneira de carregar o bebé no sling ela me aconselhou. (...)

Após o nascimento deste bebé (...) necessitei de mais apoio para conseguir amamentar a minha filha. Por várias vezes pensei em deixar de amamentar pois era muito doloroso. Mais uma vez a Ana foi essencial para me aconselhar em tudo (...).

Obrigada Ana por todos os teus conselhos e disponibilidade, tu tens sido uma grande ajuda nas minhas gravidezes e conseguiste que eu não desistisse de amamentar.

Juliana Barroso, Lagos

Uma doula, é uma amiga, uma companheira, uma irmã, tia, mãe, conselheira, livro aberto de informação. É alguém que está sempre disponível para te ouvir, para te tirar todas as dúvidas e para partilhar contigo os momentos de alegria, de tristeza, de angústia, de euforia…. 
É alguém que compreende e escuta os teus apelos de ajuda e os teus silêncios profundos. É uma Mulher que se disponibiliza a crescer e a evoluir com o casal que está prestes a entrar numa nova fase da vida. É um porto de abrigo com conhecimento científico sobre a gravidez, o parto, o pós-parto e a amamentação. 

Eu tive a Ana, que me acompanhou neste período. Porque este foi o momento da minha vida em que me senti mais disponível a transformar padrões velhos e que já não me fazem falta. O momento em que me abri ainda mais ao meu poder Criador e criativo. 

Hayley, Budens

For me, having a doula gave me a great amount of strength and support to go forward with the birth I wanted. I was quite strong in my opinions on having a natural birth and having Ana, as a doula, helped me keep strong in my beliefs and I went forward in having an amazing birth experience. It was a pleasure sharing my journey with her.

Marisa Rodrigues Costa, Lisboa

A minha primeira filha tinha nascido por cesariana, depois de um trabalho de parto muito sofrido e traumatizante. Acabou por ser um momento feliz, claro - a minha filha estava bem e finalmente nos meus braços, mas, psicologicamente, eu não fiquei nada bem… Só me apetecia chorar, não queria voltar a passar por isto. O meu sonho sempre tinha sido ter um parto normal, sempre quis ser eu a fazer nascer o meu filho.

Procurei a ajuda da Ana, doula, e sabia que mesmo longe ela era o apoio que eu precisava. Falávamos ao telefone, por mensagem ou no Facebook. Ao contrário de todos os que me rodeavam, inclusive o meu marido, a Ana fazia-me acreditar que era possível ter um parto normal após uma cesariana. De uma forma muito calma e serena, ia partilhando comigo informação, imagens e vídeos que me encorajavam; lembrava-me que eu era uma Mulher forte e fazia-me acreditar no meu poder e na minha capacidade de parir. O meu marido ia estando a par de tudo e já se entusiasmava também com o momento feliz que podíamos ter.

As contrações pareciam ter chegado para ficar. Ia falando com a Ana no Facebook, por mensagem, e partilhando calmamente tudo o que sentia, até que ela me ligou e disse: “estás num belo trabalho de parto, relaxa e quando te sentires pronta vai para o hospital”.

(...) A Enf. disse-me para parar de fazer força e perguntou: “Mãe quer ser você a tirar o seu bebé?” E orientou as minhas mãos até ele, agarrei o Gustavo pelos ombros. Estava tão quente e tão macio… Puxei-o para cima de mim e as dores pararam! Senti aquele alívio que me faltava. Abracei-o e beijei-o tanto, só me ria, ele estava ali tão lindo e tão perfeito, senti-me a explodir de felicidade!

Liguei à Ana a contar a minha vitória, que eu sentia que era dela também. A Ana era a única pessoa que eu sabia que valorizava tanto aquele momento como eu, estava-lhe eternamente grata por me ter acompanhado!

Maria Marreiros, Lisboa

Querida Ana, não tenho palavras suficientes para agradecer toda a tua amizade e apoio, nesta que foi uma das fases mais importantes da minha vida. Foste incansavelmente presente, a minha "enciclopédia", o meu calmante, a minha inspiração... Graças ao teu "input", sei que, apesar de ter sido muito diferente do que desejava, fui forte, senti que era capaz de tudo pelo meu filho!
Sou "outra" pessoa, sou melhor!! Obrigada por tudo. Espero um dia conseguir retribuir todo o amor e amizade que senti.

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